Eu prometo que um dia irei parar de falar mal do Metropolitano do Rio de Janeiro. Um dia eles irão melhorar. Um dia. Não sei se estaremos aqui para ver, mas vai melhorar. Enquanto isso, coloco uma sugestão para resolver o problema das estações que não possuem escada rolante em diversos pontos: http://www.youtube.com/watch?v=2lXh2n0aPyw
É uma solução no estilo do Metrô mesmo…
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E é claro que coladinho em todo mundo dentro do Metrô, você acaba sabendo da vida de fulano e de sicrano. Uma senhora que estava bem pertinho, conversava com sua amiga. Para ela a solução para esse problema de lotação do Metrô e da Supervia é a seguinte: basta que o Governador Sérgio Cabral, por um dia, faça o trajeto que ela realiza para trabalhar, saindo de madrugada lá de Japeri, mudando do trem para o Metrô na Central e depois um ônibus até não sei onde, mas que apesar de ser esses do Metrô, são pagos.
Será que nosso Governador topa?
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Uma coisa que sempre tive medo no Rio de Janeiro era o taxímetro adulterado. Todo mundo que uma vez na vida pegou um taxi ali no terminal Novo Rio sabe do que eu estou falando. Mesmo com todos os protocolos e selos que são colocados no taxímetro, ainda assim essa prática persiste.
Semana passada peguei um taxi da cooperativa Taxi 2000. Ele estava parado na rua, havia acabado de deixar um passageiro, e me pareceu não ter nenhum problema (quem vê cara não vê taxímetro). O trajeto realizado saia sempre por 9, 10 reais. Dessa vez custou 18. Na metade do caminho eu percebi que o taxímetro saltava números, mas achei que fosse idéia minha – estava cansado, saindo de um hospital. Quando paramos o taxi em frente de minha casa, estava 16,00. Quando coloquei a mão no bolso para tirar o dinheiro, estava 17,90.
Pois é: paguei quase o dobro do normal. Só me dei conta minutos depois, quando parei um pouquinho para pensar. Mas já era tarde! Meu rico dinheirinho havia sido roubado sem dó nem piedade.
Minha gente: vai ter olímpiada aqui (eu nem falei sobre isso aqui ainda) e vejam o caos em que estamos. Será que em poucos anos coseguiremos mudar algo? Essa cultura do “se dar bem” irá melhorar um pouco?
Bom, enviei um e-mail para a Taxi 2000, que de acordo com o site da empresa possui mais de 300 cooperados e funciona desde 1991, mas não tive nenhuma resposta. Já devem estar acostumados a ter taxímetros adulterados nos carros de seus cooperados e sabem que como não houve flagrante, nada vai acontecer.
Pessoal, acredito que a Taxi 2000 possua boas pessoas como cooperados e que tive a má sorte de encontrar essa fruta podre, mas pelas dúvidas não chamem mais essa empresa. Evitem uma situação constrangedora e a perda de seus reais. Taxi 2000 nunca mais!
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Hoje liguei para um posto de saúde aqui da Tijuca para solicitar informações sobre a vacina da hepatite B e descobri coisas interessantes. A vacina não é para todos/as. (mais…)
Sou morador da Rua Campos Sales, próximo à esquina com a Rua Mariz e Barros, na Tijuca, onde vivo há 10 anos. De dois meses para cá, venho vendo um fato lastimável e deprimente acontecendo em frente ao meu prédio, que a cada dia piora e que vem atrapalhando a todos, inclusive prédios vizinhos ao meu e principalmente moradores do meu edifício, que são na grande maioria idosos de mais de 70 anos.
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Pois é! Passei um período refletindo sobre a vida e o mundo e nunca mais escrevi nada. Este post é pra dar um sinal de vida!
Umas semanas atrás eu ia elogiar as calçadas tijucanas que haviam sido devolvidas ao transeunte. Porém, como tudo mais no Rio de Janeiro, durou pouco: novamente os/as vendedores/as informais tomaram as ruas. Sabe o que é mais engraçado? Sempre tem um ou outro camelô que, mesmo com a Guarda Municipal perto, continua vendendo suas mercadorias. A Guarda me parece seletiva. Ou o esquema de proteção que já acontece em Copacabana junto aos comerciantes, acontece na Tijuca junto aos camelôs.
Aliás, depois vou falar do esquema da polícia em Copacabana. Estão repetindo uma fórmula antiga utilizada pela família Corleone, mas deixa eu conversar com mais gente que eu posto aqui.
Todo mundo já reparou as novas placas com nome das ruas? Ano de eleição…
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Mais uma vez, o descaso do poder público acaba com mais uma vida. Mais uma criança morta.
Vejam a matéria que saiu no Globo:
Por Isabella Guerreiro – Extra, Ediane Merola – O Globo e O Globo Online
RIO – Dois moradores de rua foram queimados próximo ao Viaduto dos Marinheiros, na Cidade Nova, por volta das 5h deste domingo. A moradora de rua Flávia Souza, de 15 anos, morreu. Segundo o companheiro da adolescente, identificado como Leonel, ela estava grávida de um mês. Wellington Alves, de 16 anos, amigo da Flávia, também foi queimado. Socorrido, ele foi levado para o Hospital Souza Aguiar. O rapaz teve 100% do corpo atingido por queimaduras de segundo e terceiro graus. Até o início da noite, o estado de saúde dele era considerado gravíssimo. Outros quatro moradores de rua dormiam no local quando Flávia e Wellington foram queimados, mas conseguiram fugir. (mais…)






